Neurodiversidade e Educação: Esquizofrenia e Pedagogia Libertadora
Trabalho de Conclusão de Curso para Pós-graduação em Psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2025) orientado pela Profª. Drª Cristiane Regina Guerino Furini.
Pedro Luís Ribeiro Marcondes; Médico (PUC Campinas), Especialista em Medicina de Família e Comunidade (HMMG/CHOV), pós-graduado em Gestão Pública (PUC Campinas), Psiquiatria (CENBRAP), Psicologia da Educação (PUCRS), Terapia Comportamental (PUCRS) e Fisiologia e Fisiopatologia Humana (UNIFESP). É também graduado em Imagem e Som (UFSCar).
1. INTRODUÇÃO
A prescrição é parte da práxis médica. Contempla o momento em que fica definida a terapêutica, em suas mais diferentes formas, intervencionistas ou não, alopáticas ou não, que contemplam o que se entende como set terapêutico do ponto de vista das orientações baseadas em evidência científica, entendidas como o consensual entre Sociedades nacionais ou internacionais, de diferentes áreas dentro da própria medicina.
Ao falar sobre o tema prescrição, o professor chileno Ernani Maria Fiori cita Paulo Freire, em seu livro Pedagogia do Oprimido, o qual o primeiro escreve o prefácio deste, estabelecendo que:
"Um dos elementos básicos na mediação opressores-oprimidos é a prescrição. Toda prescrição é a imposição da oposição de uma consciência a outra. Daí o sentido alienador das prescrições que transformam a consciência "hospedeira" da consciência opressora. Por isto, o comportamento dos oprimidos é um comportamento prescrito. Faz-se à base de pautas estranhas a eles – as pautas dos opressores".
Ao se apropriar do termo prescrição nestes conceitos, o professor Ernani Maria Fiori, já em dezembro de 1967, estabelecia comunicação direta com o pensamento ainda embrionário de Foucault para sua narrativa A Microfísica do Poder, de 1979. Horizontalidade e o estabelecimento do self, na crítica do poder estrutural às normas de micro e macrofísicas de dominância, instituídas na figura mesmo de personagens locais de uma cidade qualquer, como o padre, o dono da venda, o próprio médico, o político e o dono de terras - a exemplo de um microcosmo latino-americano – no que é passível de dominância de um sobre o outro através de um conceito pregresso de valia, sendo sempre o outro de menos-valia em crédito ao que se lhe tem exercido por tarefa e imposição daquele que tem o controle do conhecimento e ou de ferramentas e ou de capital.
O que resultaria de narrativas e ensaios diversos à luz destes pensamentos seria o Movimento de Reforma Psiquiátrica – com suas origens mais embrionárias no final da década de 70 e ganhando força nos anos 80, no Brasil - e a busca pela horizontalidade nas relações médico-paciente, acolhendo o sofrimento mental de maneira empática e técnica.
Questões Fundamentais
Mas tratando-se esta uma discussão em Pedagogia, em Educação, Ensino, Docência e na figura do Discente, qual seria a relação entre Prescrição Social em Saúde Mental e o studium do "universo do ensino", em suas séries mais primárias até o ensino superior?
Muito se é falado em neuroatipia pela mídia, diagnósticos neurológicos para adoecimentos que levam justamente a uma atividade neuro-atípica às sensibilizações provocadas pelos estímulos do mundo ao indivíduo, incluindo os estímulos vindouros do ensino escolar. Isso pode nos levar a pensar, o que é a alfabetização para o neuroatípico? O que é alfabetização em geral e como ela constitui a imagem de um ser contemporâneo, qual o rapport que este mesmo ser deve ter para perseverar?

Elucubrações são diversas se perdermos o foco a qual se atina a escrita, é próprio que o texto tem por objetivo dissertar especificamente sobre a Esquizofrenia, enquanto psicopatologia, na condição daqueles que adoecem desta, e Educação, ampliando meios pelos quais poderá se pensar uma estratégia de inserção escolar, sem para tal, em qualquer momento, ou de qualquer maneira, fazer qualquer comparação de valor da crítica, do self ou do entendimento das potencialidades de todos que são aprendizes, pois é a neurodiversidade uma das ideias mais bonitas e inteligentes que deve ser propagada.
Fundamentação Teórica
REFERENCIAL TEÓRICO
Paulo Freire
Pedagogia do Oprimido como base para reflexão sobre educação libertadora
Michel Foucault
Estudos sobre a Microfísica do Poder e relações de dominância
Stuart Hall
Estudos de Pós-modernidade e identidades culturais
Para a realização deste artigo foram utilizados basicamente a obra de Paulo Freire em Pedagogia do Oprimido, escritas de Foucault relativas a seus estudos sobre a Microfísica do Poder e, por fim, estudos de Pós-modernidade, com literatura do escritor inglês Stuart Hall. Alguns conceitos médicos são trazidos por conhecimento próprio de minha formação em Medicina, alguns outros sobre horizontalidade, equanimidade e decisão compartilhada de minha formação em Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, e, por fim, alguns conceitos da Psiquiatra adquiridos durante minha graduação; após, com minha experiência como médico assistente em local de saúde mental, e também, à minha especialização lato sensu em Psiquiatria.
Capítulo 2
Por uma democratização da neurodiversidade nos espaços de educação
2.1. Por uma democratização da neurodiversidade nos espaços de educação
Paulo Freire, em seu livro Pedagogia do Oprimido diz:
"A pedagogia do oprimido, como pedagogia humanista e libertadora, terá dois momentos distintos. O primeiro que os oprimidos vão desvelando o mundo da opressão e vão comprometendo-se na práxis, com a sua transformação; o segundo, em que, transformada a realidade opressora, esta pedagogia deixa de ser do oprimido e passa a ser a pedagogia dos homens em processo de permanente libertação" (pg. 57).
O autor traz em sua produção acadêmica e criativa, escrita há mais de 50 anos, o pressuposto de que ninguém se liberta sozinho, mas que os homens se libertam em comunhão. À luz desta enunciação, em um contexto de neurodiversidade, os agentes da promoção do outro, podem ser não apenas a própria figura docente, mas também os colegas de atividades escolares, discentes que contribuem coletivamente para a sua própria formação e do outro.
Paulo Freire na página 76 de seu livro Pedagogia do Oprimido diz também que: "para reconstruir-se é importante que ultrapassem o estado de quase "coisas"". Ultrapassa o "básico" e estabelece que o indivíduo reificado, coisificado, tipificado, às custas de atribuições do bureau, do "catalogável", dos arquivos de textos e documentos tipificados de escrita de escritório e consultório e literatura médica, são seres de natureza criativa e capaz de apropriação de elementos próprios da vida contemporânea em sociedade, mesmo em condição de neuroatipia.
2.2 Alfabetizar é conscientizar
Na página 13 de Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire traz a frase título deste tópico, que em suas concepções posteriores desvela um interesse elevado às propostas humanistas e de equidade coletiva nos campos do "atuar" e "criar". Para tal crítica com grande força a educação bancária, aquela que supostamente enquanto discentes somos objetos de depósito de informação, sem atribuições próprias à experiência do "questionar" e "refletir" as próprias mudanças, tão rápidas na contemporaneidade, da experiência da vida e das qualidades possíveis de "realização" de cada um em um mundo mais participativo, igualitário e coletivo.
"Talvez seja este o sentido mais exato da alfabetização: aprender a escrever a sua vida como autor e como testemunha de sua história, isto é, biografar-se, existenciar-se, historicizar-se".
Fazer parte da história da coletividade, não se "apagar", ser agente de criação e cooperação no mundo é atribuição fundamental para além do diagnóstico do neuroatípico com esquizofrenia. Esta doença, entendida nos seus conceitos biomédicos de sintomatologia "positiva" e "negativa", sendo a primeira àquela própria às flutuações do real, à caracterização de alucinações e alterações de sensopercepção auditiva, visual e de outros campos do sensorial, traz uma narrativa história de expulsão dos indivíduos que experimentam este sintomas para "à margem da sociedade", o que sabemos evidentemente pela extensa catalogação de material que inunda aos olhos sobre pessoas delegadas a asilos, manicômios, "casas de recuperação", instituições diversas, não tendo a liberdade para conviver, realizar atividades laborais, participar de uma sociedade coletiva, equânime, de livre conhecimento e democrática.
A esquizofrenia é a morbidade Psiquiátrica e Neurológica com maior canône de relatos e documentação da "retirada" da legitimidade das ações do próprio indivíduo diagnosticado com condição tal, sendo terceirizado a outros, e até o Estado, o domínio de suas tarefas de realizar, que, enquanto ser dotado de humanidade, nada pode senão criar e participar, sendo parte do mundo enquanto todos os demais.
Então é necessária uma alfabetização mais equânime e à luz de preceitos humanistas e com olhar horizontal, como define Foucault, nas relações de poder e vivenciar em sociedade; sem uma microfísica de poder sobre a subjetividade do outro, sobre o direito de ir e vir do outro, se deu poder de criar, de seu poder de exercer uma atividade laboral e participar da PEA – População Economicamente Ativa, em um contexto contemporâneo.

2.3 Produzir-se é conquistar-se, conquistar sua forma humana
Para Paulo Freire, o objeto de contemplação do ser humano, para além de atribuir significado às coisas, de comunicar-se e coletivar-se, de estabelecer relações de afeto e coleguismo e ser proponente de criações materiais e narrativas, é também o de conquistar. Conquistar espaço para poder também conquistar sua forma humana, com seu acervo de propriedades singulares, as quais podem contribuir para um mundo mais belo e equânime, mais socialmente saudável e plural.
Para isso o aluno precisa produzir-se, aprimorar-se, adquirir conhecimentos do mundo acadêmico, das literaturas diversas, das inúmeras estruturas do conhecimento, para refinar suas atribuições mais próprias, às quais poderão também um dia promover uma vida mais serena e reflexiva ao domínio de conhecimento legítimo, e também ainda gerar mais conhecimento.
A esquizofrenia entendida até poucos anos atrás apenas sobre os preceitos dos manuais médicos e literatura médica era desvelada na expropriação do neuro atípico com esta condição como ser depositário, de fundamentos de deposição bancária de todas suas atribuições, sendo expropriado das narrativas do criar, do participar, do viver uma vida economicamente ativa, afetiva e também de realizações.
Mais distante ainda para este indivíduo estaria a tarefa da "conquista", visto que mesmo tarefas do "ser" mais básicas lhe eram desprovidas por ser este "reificado", "coisificado".
Em um contexto de neurodiversidade, em que também estudos prognósticos médicos evidenciam a melhora clínica dos pacientes à luz de seu tratamento, de sua condição médica, diagnóstico, de suas diferentes possibilidades terapêuticas possíveis e dos desfechos; é entendido a real necessidade do acesso a informação democrática, do poder agir e criar de forma democrática, da humanidade e empatia, no cuidado.

Democratização da informação: Quando há entendimento sobre um medicamento, o porquê se toma este exato medicamento, qual efeito em seu corpo, por quanto tempo talvez seja necessário seu uso, há avanço na democratização da informação e melhora prognóstica, o que já foi estudado e reafirmado.
Como "tratamento", no âmbito e da educação e dos espaços do educar são também terapêuticas as relações de horizontalidade e democratização do criar, imaginar e participar.
Procedimentos
METODOLOGIA
Para a confecção deste artigo foi feita colheita de material relativo à obra Pedagogia do Oprimido de Paulo Freire, também materiais apresentados durante a Pós-Graduação em Psicologia da Educação pela PUC-RS, escritos dos sociólogos Stuart Hall e Michel Foucault, e meu conhecimento acadêmico em medicina. O artigo foi construído sempre "puxando" frases pensadas por Paulo Freire no seu livro supracitado, trazendo ao debate e reflexão a neuroatipia esquizofrenia em um contexto pós-moderno mais participativo em ambientes escolares e da academia.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Ao analisarmos a obra Pedagogia do Oprimido de Paulo Freire há constatação de que ao observarmos o universo no qual se insere o aluno percebido enquanto indivíduo neuroatípico, há necessidade de refletirmos sobre as diferentes ferramentas necessárias para inclusão deste mesmo indivíduo. De tal maneira que o mesmo possa também se apropriar destas mesmas ferramentas e constituir-se como sujeito histórico – e de próprio sujeito – capaz também de realizar todas as tarefas perante os seus pares, seus iguais.
Pág 18: Para o homem, produzir-se é conquistar-se, conquistar sua forma humana.
O papel do pedagogo, em sua forma, enquanto profissional que amplia seu conhecimento para a psicologia da educação, têm neste ator social o responsável ou a responsável pela dinâmica integrativa dos pares mediante o ensino. Para tal é preciso que o ensino desde as ciências básicas, seja ampliado na conjunção necessária à devida inclusão de todos, com seus particulares.
Pag 12: Hegelianamente, diríamos: a verdade do opressor reside na consciência do oprimido.
No referente ao estrutural do conhecimento, em suas diferentes áreas, por distintas matérias de assunto, das ciências da natureza, exatas, biológicas e geopolíticas, há a necessidade de contínua avaliação de se o diálogo, seus textos, e em conjunto, seus símbolos de apropriação, convergem para o interesse comum do obter do arcabouço teórico e prático necessário para a boa adaptação a vida particular e coletiva. Sendo assim, há de ser pensar que contínua renovação e aprendizado, são necessários, em um mundo de diversidades e possibilidades várias de personalidades e agentes humanos.
Pág 16: Nessa etapa, são descodificadas pelo grupo várias unidades básicas, codificação simples e sugestivas, que, dialogicamente descodificadas, vão redescobrindo o homem como sujeito de todo o processo histórico da cultura e, obviamente, também da cultura letrada. O que o homem fala e escreve e como fala e escreve, tudo é expressão objetiva de seu espírito. Por isto, pode o espírito refazer o feito, nesse redescobrindo o processo que o faz e refaz.
O interesse pela subjetividade de cada qual é o mecanismo investigativo necessário ao docente na boa indicação das disposições e ferramental necessário afim de obtenção de melhor qualidade do ensino. Aprender a avaliar o aluno, sob diferentes ferramentas, amplia em muito o raciocínio referente até mesmo à própria autoavaliação do professor referente às suas práticas e a sua postura.
Não é possível uma ação distanciada daquele que pratica a docência, sendo este distanciamento um erro inequívoco que pode vir a acontecer sob diversos atributos de precariedades impostas ao mesmo docente, diante de um cenário de pouco estímulo, apropriação de capital, pouco ou nenhum lazer, e demandas de acúmulo de tarefas e de ordem social em demasia. Neste sentido, mesmo aqueles, empenhados no ensino, e de exímia prática, podem vir a ter um rendimento aquém do que lhe és própria, o que por sua vez volta a gerar mais uma vez distanciamento.
Pág 20: Ao distanciar-se do mundo, constituindo-se na objetividade, surpreende-se, ela, em sua subjetividade, Nessa linha do entendimento, reflexão e mundo, subjetividade e objetividade não se separam, opõem-se, implicando-se dialeticamente... Paulo Freire não inventou o homem; apenas pensa e pratica um método pedagógico que procura dar ao homem a oportunidade de redescobrir-se através da retomada reflexiva do próprio processo em que vai ele se descobrindo, manifestando e configurando – "método de conscientização".
Com tal finalidade, e utilizando-se da empatia necessária, realização inclusiva, dinâmica, e de seguridade afim de interpelar pela boa saúde para a educação de todos, existe a capacidade de cada indivíduo ser também construtor de histórias na dinâmica pedagógica e da vida de ensino. Com o aprendizado, estes agentes, todos plurais, neuroatípicos ou não, são capazes de se tornarem agentes de sua própria história e criadores de histórias para o mundo.
Pág 23: Em outros termos: objetivar o mundo é historicizá-lo, humanizá-lo. Então, o mundo da consciência não é criação, mas sim, elaboração humana. Esse mundo não se constitui na contemplação, mas no trabalho.
Ao paciente neuroatípico, em extrema dificuldade, dado as suas turbulências de saúde, é possível ter uma relação horizontal, longitudinal e não de poder, instituída nos princípios da integração e equidade, com finalidade resolvente à diversas questões morais do mundo, muitas destas equivocadas e em atraso.
Pág 71: Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho. Os homens se libertam em comunhão.
Pág 78: Ao alcançarem, na reflexão e na ação em comum, este saber da realidade, se descobrem como seus refazedores permanentes. Deste modo, a presença dos oprimidos na busca de sua libertação, mais que pseudoparticipação, é que de ver: engajamento.
É importante também salientar que com a resolução de problemas de âmbito individual e de um grupo etário, poderão estes mesmos sujeitos vir a serem no futuro propagadores desta mesma ideia inclusive, em suas famílias, filhos e netos, etc. A reflexão contínua e adequada integração, fornece alicerce para melhorias referentes até mesmo ao ato de pensar e de também – em termos de referência novamente – ter melhor material a orientar seu bem-estar a porvir.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em um mundo de neurodiversidade, a neuroatipia pode ser mais bem entendida; a superação de imposições no pensar, agir e criar podem ser mais bem compartilhadas, com comunicação melhor, onde há também maior humanidade e conquista de espaços antes nunca possíveis a determinados grupos da população. A educação é a ferramenta de formação, de refinamento, de nossas habilidades mais próprias, e também instrumento de consolidação das práticas adequadas e da possibilidade de edificação de narrativas sociais mais plurais e solidária, em um lugar mais humano e justo.

REFERÊNCIAS
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